Por que a reinicialização do Days of Thunder está finalmente acontecendo

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Top Gun: Maverick mudou tudo. Isso provou que Hollywood ainda tinha pulso quando se tratava de ações lideradas por homens. Agora a máquina está com fome novamente.

Os fãs da NASCAR vêm pedindo isso há décadas. Uma reinicialização de Days of Thunder está avançando. Tom Cruise está de volta. Desta vez não como piloto, mas como produtor. Jerry Bruckheimer também. Eles querem que Jonathan Levine dirija.

Por que agora? Porque F1: O Filme rendeu dinheiro. Muito disso. Cruise conhece a fórmula. Ele sabe que a adrenalina vende. Ele sabe que precisa de velocidade para manter vivo seu legado.

Quem poderia interpretar Cole Trickle em um remake de Days of Thunder?

Aqui está o problema. Cruise não vai voltar para o carro. Pelo menos não como líder. O papel de Cole Trickle precisa de uma nova cara.

A indústria está observando. Eles precisam de alguém que olhe rápido antes mesmo de o motor ligar. Nicholas Hoult é o nome que circula por aí. Ele dirige Ferraris na vida real. Ele conhece a vibração do assento. Ele sabe o que a força G faz no seu rosto.

Faz diferença se o ator pode correr? Não. É importante que eles pareçam pertencer a um cockpit que custa mais do que a sua casa.

Esfregar é correr.

Você conhece a citação. É estúpido. É icônico. O novo filme terá que seguir essa linha sem nos fazer rir pelos motivos errados.

Por que a reinicialização do Days of Thunder pode funcionar melhor que o original

O original era caro. Dolorosamente assim. Don Simpson e Jerry Bruckheimer compraram uma seção inteira de hotel em Daytona Beach apenas para usar os quartos como academia. Isso é excesso. Essa é a Hollywood dos anos 90 bebendo Kool-Aid.

O orçamento dobrou. Os críticos odiaram. O público apareceu de qualquer maneira.

A nova versão não precisa repetir esse desperdício. Precisa do espírito. Precisa do acidente na praia.

Pense nisso. A cena em que Cruise e Michael Rooker dirigem os sedãs Ford Taurus e Chevy Lumina na areia? Cinema puro. Era uma física idiota e um belo caos. Se a reinicialização cortar essa energia, ela falhará. Se mantiver, funciona.

A F1 é global. É elegante. É preciso. NASCAR é mais suja. Mais alto. Isso te atinge no peito. O público estrangeiro pode não se importar com faixas ovais. Mas eles se importavam com Maverick. Eles se preocupam com Cruise.

Como Top Gun Maverick provou que a nostalgia vende

Maverick não foi apenas uma sequência. Foi uma ressurreição. Ninguém esperava que funcionasse. Todos pensaram que a piada era sobre Cruise.

Eles estavam errados.

Um remake de Days of Thunder segue a mesma lógica. Mergulhe na nostalgia. Respeite a fonte. Então vá mais rápido.

Jonathan Levine ganhou prêmios no Sundance. Ele faz filmes estranhos e humanos. Ele consegue lidar com corridas de alta octanagem? Talvez seja esse o ponto. Talvez o caos precise de mão firme.

O filme original não foi um queridinho da crítica. Top Gun também não. Nem foram seus fracassos financeiros inicialmente. O sucesso não tem a ver com pontuações do Rotten Tomatoes. Trata-se de fazer o público prender a respiração.

Quem mais poderia assumir o volante? Talvez não saibamos por um tempo. O script não está concluído. O nome não está definido. 2 Dias 2 Trovões provavelmente não é isso.

Estamos esperando. A bandeira quadriculada ainda não tremulou. Apenas muita aceleração.